Mesmo existindo as teorias cientificas que
explicam ou pelo menos tentam explicar a origem do universo e todos os
elementos que o compõem, além da parte material em si na minha opinião não
podemos negar a existência de uma força, um poder, algo que rege tudo o que
existe. A este algo chamamos “Deus”.
“1. Que é Deus? - Deus é a
inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.
4. Onde se pode encontrar a prova da
existência de Deus? - Num axioma que aplicais às vossas ciências. Não há efeito
sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão
responderá.
(...) Deus é eterno, imutável,
imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom. Criou o Universo, que
abrange todos os seres animados, e inanimados, materiais e imateriais.”
O Livro dos Espiritos, Allan Kardec
No livro A Caminho da Luz, Emmanuel
nos explica que existe uma comunidade de Espiritos puros (explicaremos este
conceito posteriormente) e eleitos pelo Senhor supremo do universo (que seria
Deus), em cujas mãos se conservam as diretrizes da vida de todos os planetas.
“1. No princípio era o Verbo, e o
Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”
No livro “O Evangelho de João Na
Visão Espírita”, temos a explicação para este versículo: “Uma das características de Deus é Sua eternidade, tendo criado, com
caráter de perpetuidade, tudo que existe por força da Sua Vontade Soberana,
enquanto que Suas criaturas modificam, os elementos existentes, através
da sua atuação, sendo que os mais evoluídos realizam esse trabalho pela
força do pensamento, como é o caso de Jesus(...)”.
“O princípio de todas as coisas e
seres é o pensamento divino que, no ato da emissão e por virtude própria,
se transforma em leis vivas, imutáveis, permanentes. Entidades realmente
divinas, como intérpretes, ou melhor, executoras dos pensamentos do
Criador, utilizam-se do Verbo — que é o pensamento fora de Deus
— e pelo Verbo plasmam o pensamento na matéria; a força do Verbo, dentro das leis, age sobre a matéria, condensando-a,
criando formas, arcabouços, para as manifestações individuais da vida. O
pensamento divino só pode ser plasmado pela ação dinâmica do Verbo, e este
só pode ser emitido por entidades espirituais individualizadas
— o que o Absoluto não é — intermediários existentes fora do
plano Absoluto, mas que possuam força e poder, para agir no campo da criação
universal. Assim, quando o pensamento divino é manifestado pelo Verbo,
ele se plasma na matéria fundamental, pela força da mesma enunciação, dando
nascimento à forma, à criação visível, aparencial. Sem o Verbo não há
essa criação, porque ela, não se concretizando na forma, é como se não
existisse; permaneceria como pensamento divino
irrevelado, no campo da existência abstrata. Ora, para a criação da Terra o
Verbo foi e é o Cristo.”
Os Exilados de Capela, Edgard Armond
A Terra, explica Emmanuel, em
consonância com a Teoria do Big Bang, foi gerada a partir de um desprendimento
da nebulosa solar. No começo era um laboratório de matérias ignescentes, com
muitas descargas elétricas.
Antes que a Terra resfriasse, houve
um desprendimento de sua massa, dando surgimento a Lua, cujo resfriamento foi
mais rápido devido ao seu tamanho menos considerável, tal qual nos explica
Allan Kardec em seu livro A Genese.
Surge então a matéria ponderável
(que se pode pesar), dando origem ao hidrogênio. Atmosfera imensa carregada de
água em estado de vapor e de todas as materias volatilizáveis.
Ate ai temos o Periodo Astronomico e
também a interpretação do 1º dia da criação do mundo conforme a Genese de
Moises.
Após isso, vem o Periodo Primario,
ou o 2º dia conforme Moises. O frio dos espaços atua sobre aquela matéria
incandescente e a condensação dos metais verifica-se com a leve formação da
crosta solidificada. Ausencia completa de vida orgânica. Éon Hadico, conforme a
Tabela Cronoestratigrafica Internacional. Contamos ai cerca de 4,6 Bilhoes de
anos atrás.
Depois temos o Periodo de Transicao.
Formam-se os primitivos oceanos. As paisagens aclaram-se, fixando-se a luz
solar, adequou-se a pressão atmosférica. Estabeleceu-se os grandes centros de
forca da estratosfera e ionosfera e edificou-se a camada de ozônio para que
filtrassem convenientemente os raios solares. Formou-se um liquido viscoso
sobre a crosta do planeta e também no fundo dos oceanos, que seria o
protoplasma, dando origem as células albuminoides, amebas e todas as
organizações unicelulares, isoladas e livres. Com o tempo, esses seres se movem
ao longo das águas, encontrando assim o oxigênio, elemento que a terra firme
ainda não possuía. Estes seres possuíam apenas o tato como sentido, e aos
poucos foram desenvolvendo os demais.
Muito tempo depois, as amebas se
associam para formam as colônias de infusórios e polipeiros. Após milhares de
anos, coordenaram os elementos da nutrição e da conservação da existência. O
coração e os brônquios são constituídos e após isso vem o surgimento de pródomos
celulares do sistema nervoso e órgãos da procriação, que posteriormente se
aperfeiçoariam. O Sol começa a atravessar a atmosfera brumosa do planeta. Seria
este o Éon Arcaico, compreendido entre 4 e 2,5 bilhões de anos atrás,
aproximadamente, marcada pela atividade vulcânica e fluxo de calor três vezes
maior que o atual.
E então o Período Secundário, onde fenômenos
geológicos que delineam os continentes e fixam a posição dos oceanos, surgindo
desse modo as grandes extensões de terra firme. Surgem os primeiros crustáceos
marinhos e logo depois os batráquio, que trocam as águas pelas regiões lodosas
e firmes. Nessa fase do planeta todo o globo está coberto de vegetação
luxuriante. Falamos agora do Éon Proterozóico, que está compreendido entre 2,5
bilhões e 541 milhões de anos e compreende o período onde houve acúmulo de
oxigênio na atmosfera (atribuído às algas azuis), bem como entramos no éon
Fanerozóico, Era Paleozoica, que se estende até 251 milhões de anos atrás, aproximadamente. Temos o 3º e o 4º dia da Gênese de Moises.
Faço aqui referencia novamente a Gênese
de Allan Kardec, onde debate sobre o Capitulo 1 da Gênese de Moises, versículo
3 (criação da luz) e 14-16 (criacao do Sol e da Lua). Explica Kardec que “nos primeiros tempos de sua formação, a
atmosfera terrestre, estando carregada de vapores densos e opacos, não permitia
ver o Sol, o qual devido a isso, não existia para a Terra.(...) A afirmativa de
Moises é falsa quando faz crer que a Terra houvesse sido criada antes do Sol; a
Terra, sendo sujeita ao Sol em seu movimento de translação, deve ter sido
formada depois dele: é o que Moisés não podia ter sabido, pois ignorava a lei
da gravitação.”
Começa então a Era Mesozóica,
criação dos dinossauros. Conta-nos Emmanuel que nessa época “a natureza torna-se uma grande oficina de
ensaios monstruosos. Após os repteis, surgem os animais horrendos das eras
primitivas. (...) Todas as arestas foram eliminadas. Aplainaram-se dificuldades
e realizaram-se novas conquistas. A máquina celular foi aperfeiçoada, no limite
do possível, em face das leis físicas do globo. Os tipos adequados à Terra
foram consumados em todos os reinos da natureza, eliminando-se os frutos
teratológicos e estranhos, do laboratório de suas perseverantes experiências. A
prova da intervenção das forcas espirituais, nesse vasto campo de operações, é
que, enquanto o escorpião, gêmeo dos crustáceos marinhos, conserva ate hoje, de
modo geral, a forma primitiva, os animais monstruosos das épocas remotas, que
lhe foram posteriores, desapareceram para sempre da fauna terrestre, guardando
os museus do mundo as interessantes reminiscências de suas formas
atormentadas”. Nessa mesma Era os
dinossauros desaparecem, há aproximadamente 65 milhões de anos atrás.
Os mamíferos começam a evoluir e
surgem os primeiros primatas. É o 5º dia segundo a Gênese de Moises, onde foram
criados os peixes e os pássaros. Falamos então da Era Cenozoica, onde nos
encontramos igualmente no período atual. É um período marcado pelas mudanças na
crosta terrestre, dando origem, inclusive, a cadeias de montanhas, como a
Cordilheira dos Andes, os Alpes e o Himalaia.
A era Cenozoica está dividida em
três períodos: Paleogeno, Neogeno e Quaternário. O termo Terciário foi tradicionalmente usado para indicar o
intervalo de tempo entre o Mesozoico e o Quaternário, o que equivale ao
Paleogeno e Neogeno. O uso do termo Terciário é desencorajado pela Comissão Internacional sobre Estratigrafia e caiu em desuso oficialmente
em 2004.
O Neogeno é dividido em duas épocas,
Mioceno (inicio há 23 milhoes de anos atrás) e Plioceno (inicio há 5 milhoes de
anos atrás). No Mioceno temos os primeiros antropoides e no Plioceno os
hominídeos, antepassados diretos do Homo Sapiens.
Antes do período Quaternário, Kardec
nos fala sobre o Período Diluviano, onde ocorreu “um dos maiores cataclismos que transformaram o globo, mudaram mais uma
vez o aspecto de sua superfície, e destruíram, sem que fosse possível sua
volta, uma multidão de espécies vivas, das quais encontramos os restos. (...)
Os novos depósitos que formaram são designados, em Geologia, sob o nome de terrenos diluvianos.
Um dos traços mais característicos deste grande desastre são as rochas
denominadas blocos erráticos. (...)
Um fato não menos característico, e do qual ainda não foi explicada a
causa, é que nos terrenos diluvianos são encontrados os primeiros aerólitos; desde que somente nesta
época é que eles começaram a cair e a causa que os produziu não existia antes.
(...)
É ainda nesta época que os polos começam a se cobrir de gelo, e que
formam as geleiras nas montanhas, o que indica notável mudança na temperatura
do globo. Esta mudança deve ter sido súbita, pois se houvesse sido produzida
gradualmente, os animais, tais como elefantes, que hoje vivem somente nos
climas quentes, onde apenas são encontrados, e que no estado de fósseis se nos
deparam em tão grande quantidade nas terras polares, teriam tido tempo de se
retirar pouco a pouco em direção as regiões mais temperadas. Tudo prova, ao
contrario, que foram subitamente presos pelo grande frio e sepultados no gelo.
Esse foi, pois, o verdadeiro dilúvio universal.”
O Quaternário é dividido entre
Pleistoceno (onde ocorreram as glaciações, há cerca de 2 milhões de anos), chamada
por isso de Idade do Gelo, e Holoceno (civilização atual, iniciando há 10 mil
anos atras). Na Gênese de Kardec este período configura como pos-diluviano, e
seria o 6º dia da Gênese de Moises.
Ou seja, vemos que existiu um
dilúvio universal, causado pelo aquecimento do globo terrestre, há 10mil anos
atrás, e também dilúvios locais, como o dilúvio do Oriente Medio (ou do local
conhecido como crescente fértil).
“Por ocasião do levantamento das
montanhas do Cáucaso, posterior ao dilúvio universal, parte daquelas águas foi
recalcada para o Norte, na direção do oceano Boreal; outra parte, para o Sul,
em direção ao oceano Índico. Estas inundaram e devastaram precisamente a Mesopotâmia
e toda a região em que habitaram os antepassados do povo hebreu. Embora esse
dilúvio se tenha estendido por uma superfície muito grande, é atualmente ponto
averiguado que ele foi apenas local; que não pode ter sido causado pela chuva,
pois, por muito copiosa que esta fosse e ainda que se prolongasse por quarenta
dias, o cálculo prova que a quantidade de água caída das nuvens não podia
bastar para cobrir toda a terra, até acima das mais altas montanhas. Para os
homens de então, que não conheciam mais do que uma extensão muito limitada da
superfície do globo e que nenhuma ideia tinham da sua configuração, desde que a
inundação invadiu os países conhecidos, invadida fora, para eles, a Terra
inteira. Se a essa crença aditarmos a forma imaginosa e hiperbólica da descrição,
forma peculiar ao estilo oriental, já não nos surpreenderá o exagero da
narração bíblica. O dilúvio asiático foi evidentemente posterior ao
aparecimento do homem na Terra, visto que a lembrança dele se conservou pela
tradição em todos os povos daquela parte do mundo, os quais o consagraram em
suas teogonias[1].
É igualmente posterior ao grande dilúvio universal que assinalou o início do
atual período geológico. Quando se fala de homens e de animais antediluvianos,
a referência é àquele primeiro cataclismo.”
A Genese, Allan Kardec
Conforme artigo publicado na Revista
Planeta, “alguns cientistas pensam que
realmente houve uma grande inundação no Mar Negro há milhares de anos, que
poderia ter arrastado a arca de Noé para o topo do Monte Ararat, o mais alto da
Turquia, onde se encontrariam vestígios do barco”. (...) Uma hipótese seria
“proposta pelo geólogo americano William
Ryan e outros pesquisadores, em 2003. Eles afirmam que o clima se tornou mais
seco logo depois do período de clima frio entre 12,7 mil e 11,5 mil anos atrás,
conhecido como Dryas Recente. A evaporação resultante fez o Mar Negro baixar
para 95 metros abaixo do nível atual. À medida que o clima aqueceu e a capa de
gelo se derreteu na Europa, o nível do mar subiu no Mediterrâneo, causando um
catastrófico fluxo de água salgada para o Mar Negro, 8,4 mil anos atrás.
Uma inundação de gigantescas proporções, como o dilúvio, deveria deixar
um registro disso no Mar Negro. Um projeto do Programa Internacional de
Geociências (IGCP, na sigla em inglês), iniciativa da União Internacional das
Ciências Geológicas e da Unesco, procurou vestígios da ocorrência em sedimentos
do fundo do mar, em fósseis, no relevo e pistas arqueológicas. A pesquisa fez
parte de um projeto conjunto envolvendo o IGCP e a União Internacional para
Pesquisa do Quaternário, que abordou a mudança do nível do mar e as estratégias
adaptativas humanas no Corredor Cáspio-Negro-Mediterrâneo.(...) A última vez
que o nível da Bacia do Mar Negro caiu para 95 metros abaixo do atual foi
durante o Último Máximo Glacial. No início do período Holoceno, há 10 mil anos,
o Mar Negro, então um lago, gradualmente passou de 40 metros para 20 metros
abaixo do nível atual, em virtude da entrada de água originária do
Mediterrâneo.”
“De todas as Gêneses antigas, a que
mais se aproxima dos dados científicos modernos, apesar dos erros que encerra e
que hoje são demonstrados até se tornarem evidentes, é incontestavelmente a de
Moisés. Alguns de tais erros são mesmo mais aparentes do que reais, e provêm da
falsa interpretação de certas palavras, cuja significação primitiva foi perdida
ao passar de uma língua para outra pela tradução, ou cuja acepção mudou com os
costumes dos povos, ou da forma alegórica característica do estilo oriental, e
do qual se tomou o significado literal, em vez de procurar-se seu espírito.
A Bíblia contém evidentemente
narrativas que a razão, desenvolvida pela Ciência, não poderia aceitar hoje em dia; igualmente, contém fatos que parecem
estranhos e repugnantes, porque se ligam a costumes que não são adotados. Porém,
ao lado disso, haveria parcialidade se não reconhecêssemos que ela encerra grandes
e belas coisas. A alegoria ali tem lugar considerável e sob tal véu ela esconde
verdades sublimes, que aparecerão se a buscarmos no fundo do pensamento, pois então
o absurdo desaparecerá.”
A Genese, Allan Kardec
“Sobre alguns pontos, há, sem
dúvida, notável concordância entre a Gênese moisaica e a doutrina científica,
mas fora erro acreditar que basta se substituam os seis dias de 24 horas da
Criação por seis períodos indeterminados, para se tornar completa a analogia.
Não menor erro seria o acreditar-se que, afora o sentido alegórico de algumas
palavras, a Gênese e a Ciência caminham lado a lado, sendo uma, como se vê,
simples paráfrase da outra.
Notemos, em primeiro lugar, que
(...) é inteiramente arbitrário o número de seis períodos geológicos, pois que
se eleva a mais de vinte e cinco o das formações bem caracterizadas, número
que, ademais, apenas determina as grandes fases gerais. Ele só foi adotado, em
começo, para encaixar as coisas, o mais possível, no texto bíblico, numa época,
aliás, pouco distante, em que se entendia que a Ciência devia ser controlada
pela Bíblia.
(...) o primeiro fato que ressalta é
que a obra de cada um dos seis dias não corresponde de maneira rigorosa, como o
supõem muitos, a cada um dos seis períodos geológicos. A concordância mais
notável se verifica na sucessão dos seres orgânicos, que é quase a mesma, com
pequena diferença, e no aparecimento do homem, por último. É esse um fato
importante. (…)
Dizendo que a Criação foi feita em
seis dias, terá Moisés querido falar de dias de 24 horas, ou terá empregado
essa palavra no sentido de período, de duração? É mais provável a primeira
hipótese, se nos ativermos ao texto acima, primeiramente, porque esse é o
sentido próprio da palavra hebraica iôm, traduzida por dia. Depois, a
referência à tarde e à manhã, como limitações de cada um dos seis dias, dá
lugar a que se suponha haja ele querido falar de dias comuns.”
A Genese, Allan Kardec
Assim, reunindo todos os elementos
contidos nas referencias bibliográficas, é mais ou menos desta forma que resumo
com os principais marcos a origem do nosso planeta e dos seres que os habitaram
e ainda habitam.
Interseção no período Quaternário e as Idades da Pré-História:
Referencias:
Kardec, Allan. O Livro dos Espiritos. Tradução de J. Herculano Pires. 66 ed. São Paulo, Lake, 2009.
Kardec, Allan. O Livro dos Espiritos. Tradução de J. Herculano Pires. 66 ed. São Paulo, Lake, 2009.
Bíblia
Sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida.
Xavier, Francisco Candido. A caminho da luz. Pelo Espírito Emmanuel. 38 ed, Brasília: FEB, 2016.
http://luizguilhermemarques.com.br/livros/o-evangelho-de-joao-na-visao-espirita/. Publicado em 28/08/2012.
Armond, Edgard. Os exilados da Capela. 1ª Ed. Editora Aliança, São Paulo, 2001.
Kardec, Allan. A Gênese. Tradução de Victor Tollendal Pacheco e apresentação e notas de J. Herculano Pires. 23 ed. São Paulo, Lake, 2010.
http://www.revistaplaneta.com.br/diluvio-revisitado/. Pesquisa em Junho/17
https://pt.wikipedia.org/wiki/Éon_geológico. Pesquisa feita em abril/2017.
http://www.stratigraphy.org/ICSchart/ChronostratChart2013-01Portuguese_PT.jpg.
Pesquisa feita em abril/2017.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cenozoico#cite_note-2. Pesquisa feita em abril/2017.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pleistoceno. Pesquisa feita em abril/2017.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_tempo_geológico.Pesquisa feita
em abril/2017.
http://www.historiadigital.org/curiosidades/3-fases-da-pre-historia-que-mudaram-a-sociedade/.
Pesquisa feita em maio/2017
https://www.todamateria.com.br/divisao-da-historia/. Pesquisa feita em
maio/2017.
Atualizado em 21/10/2018
[1] Nota de Allan Kardec: A lenda indiana sobre o dilúvio
refere, segundo o livro dos Vedas, que Brama, transformado em peixe, se dirigiu
ao piedoso monarca Vaivaswata e lhe disse: “Chegou o momento da dissolução do
universo; em breve estará destruído tudo o que existe na Terra. Tens que
construir um navio em que embarcarás, depois de teres embarcado sementes de
todos os vegetais. Esperar-me-ás nesse navio e eu virei ter contigo, trazendo à
cabeça um chifre pelo qual me reconhecerás.” O santo obedeceu; construiu um
navio, embarcou nele e o atou por um cabo muito forte ao chifre do peixe. O
navio foi rebocado durante muitos anos com extrema rapidez, por entre as trevas
de uma tremenda tempestade, abordando, afinal, ao cume do monte Himawat
(Himalaia). Brama ordenou em seguida a Vaivaswata que criasse todos os seres e
com eles povoasse a Terra. É flagrante a analogia desta lenda com a narrativa
bíblica de Noé. Da Índia ela passara ao Egito, como uma multidão de outras
crenças. Ora, sendo o livro dos Vedas anteriores ao de Moisés, a narração que
naquele se encontra, do dilúvio, não pode ser uma cópia da deste último. O que
é provável é que Moisés, que aprendera as doutrinas dos sacerdotes egípcios,
haja tomado a estes a sua descrição.


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