domingo, 27 de agosto de 2017

05. Da Ásia para Atlantida

“Para começar, descreveremos fatos decorridos quando entre a América e a Europa ainda existia terra firme, o assim chamado continente atlântico. Nessa parte da superfície terrestre existia antigamente um continente. O solo dessa terra é hoje o fundo do Oceano Atlântico. Platão ainda fala sobre o que restou dessa terra, a ilha de Poseidonis, que ficava ao ocidente da Europa e da África. No opúsculo de W. Scott-Elliot Atlantis, nach okkulten Quellen [A Atlântida, segundo fontes ocultas], o Autor fala de um continente no fundo do Oceano Atlântico, que durante cerca de um milhão de anos foi o palco de uma cultura completamente diversa da nossa; e diz também terem submergido os últimos restos desse continente no décimo milênio a.C. Falaremos aqui de fatos referentes a essa antiqüíssima cultura, os quais vêm completar as descrições do mencionado livro. Enquanto nele são dadas descrições de acontecimentos exteriores ocorridos entre esses nossos antepassados atlânticos, aqui será relatado algo sobre seu caráter anímico e sobre a natureza interna das condições sob as quais os atlantes viveram. O leitor precisa, portanto, transportar-se em pensamento a uma época situada quase dez mil anos antes de nós, e que durou milênios. O que descreveremos a seguir se passou não só no continente agora coberto pelas águas do Oceano Atlântico, mas também nas regiões vizinhas das atuais Ásia, África, Europa e América. E o que aconteceu mais tarde nessas regiões desenvolveu-se a partir dessa cultura anterior.”
Cronica do Akasha, Rudolf Steiner


Os atlantes, a Quarta Raça – de estatura superior à atual – possuíram uma alta tecnologia, a que combinaram com a magia, porém, ao final degeneraram-se e foram destruídos. A Atlântida ocupava quase toda a área atualmente coberta pela parte setentrional do Oceano Atlântico, chegando pelo NE até a Escócia, pelo NO até o Labrador e cobrindo pelo Sul a maior parte do Brasil, um gigantesco continente com imensas ilhas chamado ‘Atlântida ou Posseidon’ localizada no oceano Atlântico que herdou seu nome.
“Atlantida foi o nome que se deu às partes do continente submerso da Quarta Raça que ficavam “além das colunas de Hércules” e que se mantiveram sobre as águas depois do cataclismo geral. Seus verdadeiros vestígios, a Atlantida de Platao ou Poseidon, cujo nome é apenas um substitutivo, ou melhor, uma tradução do verdadeiro nome), representavam a ultima parte do continente que existia sobre a água há uns 11.000 anos”.
H.P.Blavatsky, A Doutrina Secreta Vol. III

“Embora haja uma série de variantes do nome “Atlântida” e uma memória comum entre muitas tribos e povos primitivos em relação à sua antiga localização e seu subsequente destino, a descrição deixada por Platao, filosofo grego e uma das fontes intelectuais da civilização ocidental, é a mais difundida entre estudiosos antigos e contemporâneos. Platao deixou em seus diálogos Critias e Timeu uma descrição tão convincente da Atlantida que é impossível que ela seja apenas um produto da sua imaginação, e não o relato de uma terra que tenha realmente existido. Segundo Platao, o poderoso império da Atlantida desapareceu de repente em meio a uma guerra quando a ilha ou ilhas centrais, “numa noite e num dia terríveis”, submergiram no oceano de um nome derivado do seu. Desde então, há onze mil e quinhentos anos, esse império se encontra no fundo do oceano, perdido e quase esquecido.”
Charles Berlitz, Atlantida, o Oitavo Continente


Revista Thot, 1975

O mapa acima mostra as características originais do continente, inclusive a localização de sua capital – A cidade das Portas de Ouro.

Em seu livro de 1882, “Atlântida, o Mundo Antideluviano”, o escritor Ignatius Donnelly afirmou que as conquistas do mundo antigo (como a metalurgia, a linguagem e a agricultura) provavelmente foram passadas por civilizações passadas e avançadas, já que os antigos não eram sofisticados o suficiente para desenvolver essas técnicas por conta própria. Supondo que o Oceano Atlântico estava a apenas algumas dezenas de metros de profundidade, Donnelly descreveu um continente inundado por águas moventes do oceano que afundou exatamente no local dito por Platão: no Oceano Atlântico, fora das Colunas de Hércules, as duas rochas que marcam a entrada do Estreito de Gibraltar[1]. Muito tempo depois da oceanografia moderna e um grande entendimento das placas tectônicas terem colocado buracos em sua tese, algumas pessoas ainda acreditam na teoria de Donnelly, principalmente devido à sua adesão à ideia de Platão que Atlântida está no meio do Atlântico. Platao escreveu "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida", dois dos famosos “diálogos” do século IV a.C. 
 

Foi uma gloriosa civilização que superou esta nossa em muito. Toda a mais avançada tecnologia que conhecemos hoje em dia, não chega nem perto do que os Atlântes possuíam. Suas construções eram em formas de pirâmides com os seus enormes castelos de cristais transparentes. Os atlantes conheceram os segredos da longevidade e podiam viver por centenas de anos com plena saúde, além de também conhecer e dominar a Energia Vital contida em todas as sementes...
Eram de pele vermelha e estatura bem maior que a nossa atual. Pois chegavam a medir de três a cinco ou seis metros de altura.


Fonte: www.seuhistory.com

“Nossos antepassados atlânticos eram muito diferentes do homem atual, muito mais do que pode imaginar quem se limite apenas aos conhecimentos do mundo sensível. Essa diferença se refere não só à aparência exterior, mas também às faculdades espirituais. Seus conhecimentos e suas artes técnicas, toda a sua cultura era diferente do que podemos observar hoje. Se nos transportarmos aos primeiros tempos da humanidade atlântica, encontraremos uma faculdade espiritual completamente diversa das nossas. A inteligência lógica, os cálculos aritméticos, tudo sobre o que se baseia a atuação de hoje era completamente desconhecido dos primeiros atlantes. Em compensação, eles possuíam uma memória muito desenvolvida. (...) Não se raciocinava sobre as coisas — elas eram recordadas. (…)Enquanto o pensamento lógico lhes faltava os (especialmente aos de tempos mais antigos), os atlantes possuíam, em sua força mnemônica extremamente desenvolvida, algo que dava a toda a sua atividade um caráter especial. Porém com a essência de uma força humana relacionam-se sempre outras forças mais. A memória está mais próxima do fundamento natural do homem do que a força mental, e relacionada com a memória se desenvolviam ainda outras forças, mais parecidas com as forças próprias dos seres naturais inferiores do que as atuais forças a serviço do homem. Os atlantes podiam, por exemplo, dominar o que chamamos de energia vital.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner

1ª Sub-raça atlânte: RHMOAHAL

Na literatura teosófica, a primeira sub-raça dos atlantes é denominada rmoahals e foram formados pelos melhores lemurianos. Começaram a desenvolver a memória (dirigida principalmente às fortes impressões dos sentidos) e deram início as primeiras palavras. Cada som que pronunciavam era carregado de poderes. Tudo era sagrado...

“As cores vistas pelos olhos, os sons ouvidos pelo ouvido atuavam por muito tempo na alma. Por isso os rmoahals desenvolveram sentimentos que seus antepassados lemúricos não conheciam ainda. O apego ao que se experimentava no passado, por exemplo, é um desses sentimentos. A evolução da memória prende-se também a da linguagem. Enquanto o homem não conservava o passado na memória, não era possível transmitir a experiência pela linguagem. E como nos últimos tempos da Lemúria surgiram as primeiras manifestações da memória, teve início também a faculdade de dar um nome ao que se via e ouvia. Só pessoas que possuem a capacidade da memória podem saber o que significa um nome dado a uma coisa. Por isso a época atlântica é também a época em que se desenvolveu a linguagem. E com a linguagem surgiu um laço entre a alma humana e as coisas existentes no exterior do homem. O homem produzia em seu íntimo o som falado, e esse som ficava fazendo parte dos objetos do mundo exterior. E também um novo laço surgiu entre um homem e outro, pela comunicação por meio da linguagem. Tudo isso, naturalmente, se apresentava entre os rmoahals de um modo infantil; mas tornava-os profundamente diferentes de seus antepassados lemúricos. Porém as forças ativas no interior das almas desses primeiros atlantes possuíam ainda um resquício da força da Natureza. Esses homens tinham maior afinidade com os seres da Natureza que os rodeavam do que seus sucessores. As forças de sua alma eram mais ligadas à Natureza do que as do homem de hoje. Assim também a palavra que eles pronunciavam possuía enorme força natural. Eles não só denominavam as coisas, mas em suas palavras residia um poder sobre elas e mesmo sobre os outros homens. A palavra dos rmoahals tinha não só significado, como também força. A força mágica das palavras, de que se fala até hoje, era muito mais verdadeira para esses homens do que para os da atualidade. Quando um indivíduo rmoahal pronunciava uma palavra, essa palavra desenvolvia uma energia idêntica ao próprio objeto que ela denominava. Por esse motivo as palavras, naquele tempo, tinham a força de curar, de provocar o crescimento das plantas, de aplacar a raiva dos animais e outras faculdades semelhantes. Tudo isso foi perdendo cada vez mais sua força nas subraças atlânticas que se seguiram. Pode-se dizer que a força natural originária perdeu-se paulatinamente. Os rmoahals sentiam essa imensa energia como uma dádiva da poderosa Natureza, e sua relação com esta possuía um caráter religioso. Especialmente a linguagem era, para eles, uma coisa sagrada. E o abuso de certos sons falados, nos quais residia uma força significativa, era uma coisa impossível. Todos sentiam que esse abuso lhes traria enorme desgraça. O encanto dessas palavras se transformaria no efeito contrário; a fórmula, que empregada de modo correto atuaria no sentido do bem, usada para o mal traria desgraça a quem a pronunciasse. Em seu sentimento um tanto ingênuo, os rmoahals atribuíam menos poder a si mesmos do que à natureza divina, atuante neles.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner


2ª Sub-raça atlânte: TLAVATLI 

Nesta sub-raça, a memória já estava bem desenvolvida.

“Os indivíduos dessa raça começaram a sentir seu valor pessoal. O orgulho, qualidade desconhecida aos rmoahals, surgiu entre eles. A recordação passou a representar um certo papel na maneira de considerar a vida em comum. Quem pudesse recordar-se de certos atos exigia que os outros indivíduos reconhecessem seu valor. Exigia que suas obras permanecessem em sua memória. E nessa memória dos atos praticados se fundamentou a idéia de que um grupo de homens escolhesse para si um guia. Desenvolveu-se uma espécie de dignidade real. Esse reconhecimento era conservado mesmo após a morte. A memória, a recordação dos antepassados ou daqueles que haviam demonstrado seu valor em vida começou a desenvolver-se. E, decorrentemente, em algumas tribos surgiu uma espécie de veneração religiosa pelos mortos, um culto dos antepassados. Esse culto se conservou até tempos bem recentes, tomando as mais diversas formas. No tempo dos rmoahals o valor do indivíduo ainda se media por seu poder de conseguir impor-se no momento preciso. Se alguém pretendesse o reconhecimento dos atos que praticara em dias passados, precisava demonstrar — com novos atos — que possuía ainda a antiga força. Por meio de novas ações, ele tinha de tornar lembradas as ações antigas. As ações praticadas ainda não tinham um valor intrínseco. Só a segunda sub-raça passou a dar valor ao caráter pessoal do homem, de modo que sua vida passada era levada em consideração na avaliação de seu caráter. Outra conseqüência da força mnemônica para a sociabilidade humana foi o fato de se formarem grupos de indivíduos que se conservavam unidos pela recordação de atos coletivos. Anteriormente a formação desses grupos dependia totalmente dos poderes naturais, da origem comum. O homem nada acrescentava ainda, por seu próprio espírito, àquilo que a Natureza fizera dele. Agora uma poderosa personalidade reunia um certo número de pessoas para executar um empreendimento comum, e a memória dessa obra comum formava um novo grupo social.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner

3ª Sub-raça atlânte: TOLTECA 

Não confundir estes Toltecas atlântes, com os que floresceram aqui na América, embora os nomes são os mesmos, os povos são totalmente diferentes e em época diferentes.
“Os indivíduos dessa raça deram um fundamento ao grupo comunitário, àquilo que se pode chamar de primeira forma de governo. E a direção, o governo desse grupo comunitário passava dos antepassados para seus descendentes. Aquilo que anteriormente só continuava a viver na memória dos outros homens passava agora de pai para filho. As ações dos antepassados não deviam ser esquecidas por sua geração. Nos descendentes eram ainda apreciadas as obras do antepassado. Deve-se saber que naqueles tempos os homens possuíam realmente a força de transmitir aos descendentes suas qualidades. A educação procurava apresentar aspectos da vida em imagens nítidas. E o resultado dessa educação dependia do poder pessoal que partia do educador. Este não procurava tornar mais aguda a inteligência do aluno, porém desenvolvia nele dons mais instintivos. Com tal sistema de ensino as faculdades paternas, na maioria dos casos, transmitiam-se realmente ao filho. Sob tais condições a experiência pessoal adquiriu, na terceira sub-raça, cada vez maior importância. Quando um grupo humano de desmembrava de outro, trazia como base de seu novo grupo comunitário a memória viva do que se passara no antigo palco de sua vida. Mas nessa memória havia qualquer coisa com a qual o novo grupo não estava de acordo, em que não se sentia bem. Por conseqüência, ele experimentava coisas novas. E desse modo iam melhorando as condições de vida, com a fundação de cada grupo novo. E era natural que o indivíduo que demonstrasse ser melhor fosse limitado. Esses foram os fatos que levaram, na época da terceira subraça, à florescente vida comunitária relatada na literatura teosófica. E as experiências pessoais eram apoiadas pelos que eram iniciados nas leis eternas da evolução espiritual. Poderosos chefes recebiam a iniciação, para que a competência pessoal tivesse completo apoio. Por meio de sua competência pessoal o homem torna-se, aos poucos, apto a receber a iniciação. Ele tem de desenvolver primeiramente suas forças de baixo para cima, para que a iluminação lhe seja concedida das alturas. Assim surgiram os reis-iniciados e os guias de povos dos atlantes. Eles tinham em suas mãos um poder imenso; e grande era também a veneração que lhes era dedicada.
Mas foi também esse fato que provocou sua queda e decadência. O aperfeiçoamento da força mnemônica levou ao poder imenso da personalidade. O homem, com seu enorme poder, queria valer alguma coisa. E quanto maior esse poder, tanto mais ele queria colocá- lo a seu próprio serviço. O orgulho que se havia desenvolvido transformou-se em puro egoísmo. E desse modo foi possível o abuso dessas forças. Quando nos recordamos do poder dos atlantes pelo domínio das forças vitais, compreendemos que esse abuso teve conseqüências desastrosas. Um imenso poder sobre a Natureza colocou-se a serviço do proveito pessoal.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner

4ª Sub-raça atlânte: TURÂNEO 

Nesta sub-raça, os atlântes já haviam dominado a ENERGIA VITAL, ENERGIA ATÔMICA e o PODER DA IMAGINAÇÃO. Viajaram por todo o sistema solar, criaram máquinas extraordinárias. No entanto começaram a usar seus poderes em fins egoístas, e começou a formar os primeiros Egos nesta raça e automaticamente seus poderes começaram a enfraquecer... Esta quarta sub-raça emigrou da Atlantida, passando pela Babilonia  e Mesopotamia, indo atingir a China.

“Os indivíduos dessa raça que aprenderam o domínio das aludidas forças usavam-nas, muitas vezes, para a satisfação de seus desejos e instintos. Empregadas desse modo, essas forças destroem-se mutuamente. O mesmo se passa quando os pés de uma pessoa se põem a andar para a frente, ao passo que o tronco quer ir para trás. Essa ação destruidora só pôde ser contida quando o homem desenvolveu dentro de si próprio uma força superior: trata-se da força mental. O pensamento lógico atua no sentido de refrear os desejos pessoais egoístas.”

5ª Sub-raça atlânte: SEMÍTICA 

Esta sub-raça já tinha um certo karma negativo para pagar devido ao egoísmo em recorrências passadas. Mas mesmo assim possuíam um notável poder mental e muitas qualidades interiores. Deixou como descendentes o povo judeu[2], os etiopes[3], os carios[4] e os kabylas[5] da Africa do Norte.

“A origem do pensamento lógico deve ser procurada na quinta subraça (os proto-semitas). Os homens começaram a ir além da simples recordação do passado e a comparar as diferentes experiências. O raciocínio desenvolveu-se. E de acordo com o raciocínio, os desejos e instintos foram submetidos a leis. Começou-se a calcular, a combinar. Aprendeu-se a elaborar os pensamentos. Anteriormente os homens se entregavam a todos os seus desejos; agora eles indagam se o pensamento concorda com o desejo. Os indivíduos da quarta sub-raça entregavam-se com selvageria à satisfação de seus instintos. Os da quinta sub-raça começaram a ouvir uma voz interior. E essa voz interior opõe um dique aos instintos, ainda que não consiga destruir as exigências da personalidade egoísta. Assim, a quinta subraça transferiu os impulsos da atividade humana para o interior do homem. Este quer decidir, em seu íntimo, o que deve ou não fazer. Mas o que se adquiriu em força mental perdeu-se no domínio dos poderes naturais. Com o pensamento lógico só se pode dominar as forças do mundo mineral, e não a força vital. A quinta subraça desenvolveu, portanto, o pensamento à custa do domínio sobre a força vital; mas justamente por isso criou o germe para a evolução posterior do homem. Agora a personalidade, o amor por si próprio, até mesmo o egoísmo, podem aumentar indefinidamente, pois o simples pensamento, que atua no íntimo e não pode mais dar ordens diretas à Natureza, não age de modo tão maléfico como nos tempos em que o homem abusava das antigas forças. Dessa quinta subraça foi escolhida a parte mais bem-dotada, que sobreviveu após o desaparecimento da quarta raça-raiz e foi o germe da quinta raça — a ariana, que tem por missão o completo desenvolvimento da força mental com tudo o que dela deriva.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner


6ª Sub-raça atlânte: AKADIA 

Nesta sub-raça, os atlântes, apesar de já não serem tão perfeitos quanto as primeiras sub-raças, desenvolveram um grande comércio, gostavam de cálculos e comparações... Construíram magníficas cidades... Deixou como descendentes os fenícios[6] e os sumerianos[7].

“Eles se diferenciavam dos assim chamados proto-semitas por levarem a aludida faculdade a uma atividade mais ampla do que estes o faziam. Dissemos que a cultura da energia mental não permite à personalidade egoísta provocar resultados maléficos, como se dava nas raças anteriores, mas essa possibilidade não foi destruída pela ação do pensamento. Os proto-semitas regularam primeiramente suas condições pessoais de existência de acordo com sua energia mental. Em lugar dos instintos e prazeres sensuais, surgiu a inteligência. As condições de vida se transformaram. Anteriormente as raças tendiam a reconhecer como chefe aquele cujas ações se haviam gravado profundamente na memória, ou quem tivesse levado uma vida que houvesse deixado muitas recordações. Agora esse papel pertencia ao mais inteligente. Ao passo que anteriormente o mais importante era aquilo que continuava a viver na recordação agradável, agora o melhor era o que o pensamento compreendia com mais clareza. Sob a influência da memória, as pessoas prendiam-se a algo até chegar a considerá-lo imperfeito, e nesse caso, com a maior naturalidade, impunha-se ao indivíduo que apresentasse uma novidade, no sentido de preencher alguma lacuna. Porém sob a ação da energia mental desenvolveu-se um anseio por novidades e o prazer por mudanças de situação. Cada qual queria impor o que sua inteligência lhe indicava ser melhor. Por essa razão a situação se tornou inquieta na quinta subraça, e na sexta sentiu-se a necessidade de impor leis gerais ao pensamento egoísta do indivíduo. O brilho, nos governos da terceira sub-raça, consistia no fato de a memória comum trazer a ordem e a harmonia; na sexta, essa ordem teve de ser imposta por leis imaginadas pelo homem. Nessa sexta subraça teve origem o direito e as leis. Ainda durante a terceira subraça, um grupo de indivíduos só se separava quando era de certo modo forçado a separar-se, por não sentir-se bem em certas situações criadas pelas recordações do passado. Na sexta isso mudou bastante. A força mental que tudo media e calculava procurava a novidade como tal, ansiava por novos empreendimentos e invenções. Por isso os acádios eram um povo empreendedor, inclinado à colonização. Principalmente o comércio alimentava o pensamento e o julgamento jovens que haviam surgido.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner

7ª Sub-raça atlânte: MONGOL 

Lamentavelmente a inteligência (intelectualidade) desta raça sufocou a MORAL e a SABEDORIA dos atlântes, e apesar de toda avançada tecnologia que possuíam não foram capazes de evitar a própria destruição...

“Na sétima subraça (os mongóis) a força mental também se desenvolveu. Nela, porém, permaneceram faculdades das subraças anteriores, principalmente da quarta, em grau muito maior do que na quinta e na sexta. Os mongóis continuaram fiéis ao sentido da memória, chegando assim à convicção de que as coisas mais velhas são as mais sensatas, as que melhor se podem justificar perante a energia mental. E verdade que eles também perderam o domínio das forças vitais, mas a energia mnemônica que se desenvolvia neles possuía resquícios do poder natural da força vital. De fato eles haviam perdido o poder sobre a vida, mas não a crença simples e imediata nela. Essa força tornara-se o seu deus, e sob sua direção eles executavam o que consideravam seu dever. Isso os fazia parecer, aos povos vizinhos, estarem possuídos por essa força oculta, e de fato se entregavam a ela com uma confiança cega. Seus descendentes na Ásia e em algumas regiões européias possuíam — e possuem ainda — muitas características dessa peculiaridade.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner

H. P. Blavatsky, referindo-se à Atlântida, diz textualmente em suas estâncias antropológicas:
“Construíram templos para o corpo humano, renderam culto a homens e mulheres. Então, cessou de funcionar o terceiro olho (o olho da intuição e da dupla visão). Construíram enormes cidades, lavrando suas próprias imagens segundo seu tamanho e semelhança, e as adoraram…” “Fogos internos já haviam destruído a terra de seus pais (a Lemúria) e a água ameaçava a Quarta Raça (a Atlântida).

Os atlântes foram muitos gloriosos enquanto respeitaram as leis sagradas do Criador, mas quando se degeneraram, involuiram e abusaram do sexo, toda a sua civilização afundou não sobrando nem cinzas. Tudo o que existia deixou de existir, enquanto que uns continentes afundavam outros novos surgiam por várias vezes deixando a Atlântida submersa no fundo do oceano com todas as suas riquezas.

Sucessivos cataclismos acabaram com a Atlântida, cujo final foi reconstituído em todas as tradições antigas como o Dilúvio Universal.
A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de câmbios geológicos. Emergiram do seio profundo dos mares outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes.
Apenas os bons com alto grau de consciência foram salvos e serviram de semente para a formação da nossa atual raça Ariana.

“Estava-­se no período em que a ciência oficial denomina — Era da Pedra Lascada — em que o engenho humano, para seu uso e defesa, se utilizava do sílex, como arma primitiva e tosca. Nessa época, em pleno quaternário, por efeito de causas pouco conhecidas, ocorreu  um resfriamento súbito da atmosfera, formando­-se geleiras, que cobriam toda a Terra. O homem, que mal ainda se adaptava ao ambiente planetário, temeroso e hostil, teve então seus sofrimentos agravados com a necessidade vital de defender­-se do frio intenso que então sobreveio, cobrindo­-se de peles de animais subjugados em lutas temerárias e desiguais, em que lançava mão de armas rudimentares e insuficientes contra feras e monstros terríveis que o rodeavam por toda parte. Foi então que o seu instinto e as inspirações dos Assistentes Invisíveis o  levaram à descoberta providencial do fogo, o novo e precioso elemento de vida e defesa, que abriu à humanidade torturada de então novos recursos de sobrevivência e de conforto. Entretanto, tempos mais tarde, as alternativas da evolução física do globo  determinaram acentuado aquecimento geral, que provocou súbito degelo e terríveis inundações, fenômeno esse que, na tradição pré-­histórica, ficou conhecido como —  o dilúvio universal, — atribuído a um desvio do eixo do globo que se obliquou e provocado pela aproximação de um astro, que determinou também alterações na sua órbita, que se tornou, então, mais fechada.”
Os Exilados da Capela, Edgard Armond

Confronta-se aqui a descrição de Edgard Armond com a de Donnely, por exemplo. Tribos selvagens versus grandes feitos tecnológicos. Encontrei um trecho na Genese de Kardec que a meu ver elucida a questão. Admitamos então que estes dois tipos coexistiam, e o tipo selvagem foi aquele que perdurou e justifica nossa evolução como homem: “A existência dos homens antediluvianos não se provaria unicamente por meio dos fósseis humanos: provou-a também, e com muita certeza, a presença, nos terrenos daquela época, de objetos trabalhados pelos homens. Um fragmento de vaso, uma pedra talhada, uma arma, um tijolo bastarão para lhe atestar a presença. Pela grosseria ou perfeição do trabalho, reconhecer-se-á o grau de inteligência ou de adiantamento dos que o executaram. Se, pois, achando-vos numa região habitada exclusivamente por selvagens, descobrirdes uma estátua digna de Fídias, não hesitareis em dizer que, sendo incapazes de tê-la feito os selvagens, ela é obra de uma inteligência superior à destes.”

As migrações atlântidas (antes do dilúvio) devem ter ocorrido em distintas épocas, em todas as direções, o que justifica os diferentes povos hoje conhecidos: negros, índios (apaches, comanches, astecas, maias, tupi-guaranis, etc), chineses, japoneses, mongóis, indianos, persas, árabes, bascos, europeus, etc. O meio ambiente (clima) deve ter tido um papel preponderante na consolidação de cada "povo", configurando desse modo as "tipologias raciais". Ocorreu sim, uma linha principal de migração, a que daria continuidade à esta civilização, chamada de pós-atlântida (ou ariana). Foi a que chegou à planície da Índia (e do Vale do Indo) com Noé (também conhecido por Manu ou Mani por outros mitos), como vimos acima. A sua "arca" traduz a preparação de um pequeno grupo de seguidores no sentido de inaugurar uma nova fase "ascensional" da história humana.


Fonte: www.vivendasantanna.com.br

O Ensinamento Esotérico menciona três grandes divisões, a saber: a AMARELA-VERMELHA, a NEGRA e a BRANCA-ESCURA. As Raças arianas, por exemplo, que hoje variam desde o moreno carregado, quase negro, e do amarelo-escuro-vermelho, até a cor creme mais pálida, não deixam por isso de pertencer todas ao mesmo tronco, a Quinta Raça-Raiz (...). O amarelo-claro é a cor da primeira raça humana sólida (...). Essa Raça deu nascimento à Quarta Raça, havendo “Shiva” transformado gradualmente aquela parte da humanidade que se tornou “negra pelo pecado” em amarelo-vermela, cujos descendentes são os índios vermelhos e os mongóis; e por último, em raças de um moreno-claro – as quais, juntamente com as raças amarelas, formam a grande massa da humanidade.”
H.P.Blavatsky, A Doutrina Secreta Vol. III

“Mas não se deve imaginar que uma sub-raça logo desapareça quando uma nova evolui. Cada uma delas se conserva ainda por longo tempo, ao passo que outras evoluem ao seu lado. Desse modo sempre convivem na Terra, um ao lado do outro, povos em vários graus de evolução.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner

Todos nós, povos dos cinco continentes fazemos parte da quinta raça Ária ou Ariana, que se iniciou do dilúvio pra cá. Nossa raça não tem cor definida sendo uma mescla de várias cores.

“Podemos, contudo, acrecentar que o que a Ciencia – que só conhece o homem físico – tem o direito de considerar como o período pré-humano admitimos que se estenda desde a Primeira Raça até a primeira metade da Raça Atlante, pois só entao é que o homem se tornou o “ser orgânico completo que hoje é”, e isto só dará ao Homem Adâmico a antiguidade de alguns milhões de anos”.
H.P.Blavatsky, A Doutrina Secreta Vol. III

“Enquanto os atlantes, por exemplo, desenvolveram particularmente a memória e tudo o que se relaciona com ela, cabe aos arianos, na atualidade, desenvolver o pensamento e tudo o que a ele se refere.”
Cronicas do Akasha, Rudolph Steiner

Descricao dos humanos pós-diluvio segundo Edgard Armond: “Eram nômades; mantinham­-se em lutas constantes entre si e mais que nunca predominavam entre eles a força e a violência, a lei do mais forte prevalecendo para a solução de todos os casos, problemas ou divergências que entre eles surgissem. Todavia, formavam já sociedades mais estáveis e numerosas, do ponto de vista tribal, sobre as quais dominavam, sob o caráter de chefes ou patriarcas, aqueles que fisicamente houvessem conseguido vencer todas as resistências e afastar toda a concorrência. Do ponto de vista espiritual ou  religioso essas tribos eram ainda absolutamente ignorantes e já de alguma forma fetichistas, pois adoravam, por temor  ou superstição  instintiva, fenômenos que não compreendiam e imagens grotescas representativas tanto de suas próprias paixões e impulsos nativos, como de forças maléficas ou benéficas que ao seu redor se manifestavam perturbadoramente. (...) A humanidade, nessa ocasião, estava então num ponto em que uma ajuda exterior  era necessária e urgente, não só para consolidar  os poucos e laboriosos passos já palmilhados como, principalmente, para dar­-lhe diretrizes mais seguras e mais amplas no sentido evolutivo. Em nenhuma época da vida humana tem­-lhe faltado o auxílio do Alto que, quase sempre, se realiza pela descida de Emissários autorizados. O problema da Terra, porém, naqueles tempos, exigia para sua solução, medidas mais amplas e mais completas que, aliás, não tardaram a ser tomadas pelas entidades espirituais responsáveis pelo progresso planetário, como veremos em seguida.”

A Bíblia relata que, após o dilúvio, houve o recomeço da civilização, com Noé, "um homem justo, íntegro entre seus contemporâneos, e que andava com Deus" (Gênesis 6,9). Nesse tempo, "o mundo inteiro falava a mesma língua, com as mesmas palavras" (Gênesis 11,1). Seus descendentes construíram, na planície de Senaar, próximo à Índia (e ao Vale do Indo), a torre de Babel. Daí, da Índia, a primeira civilização pós-dilúvio ou pós-atlântida, dá começo às outras civilizações indo-européias.
A história relata que, num passado muito remoto, ocorreu a invasão de tribos nômades pastoralistas caucasóides, de fala aryana, no subcontinente indiano. Como se sabe, a Índia foi o "berço" da nossa civilização e foi invadida por esse povo de "fala aryana". Portanto, através da Paleontologia Lingüística chega-se à língua aryana, como a origem das "línguas indo-européias", citadas acima. Por isso as épocas culturais que vieram depois da indiana (persa, egípcia-caldáica, greco-romana e atual) têm a mesma origem aryana, por causa da sua origem lingüística (a partir da "Torre de Babel", como se verá). Por isso essas civilizações citadas são denominadas de arianas.

O V. M. Samael Aun Weor, em sua obra “OS MISTÉRIOS DOS ANTIGOS MAIAS” esclarece muito sobre as sub-raças árias:

“PRIMEIRA SUB-RAÇA: floresceu na Ásia Central, naqueles reinos desaparecidos, cujas ruínas ainda existem no Himalaia. Rodeando o Tibete, existiram as primeiras poderosas civilizações espirituais da primeira sub-raça ária.
“SEGUNTA SUB-RAÇA: floresceu na Índia e em todo o sul da Ásia. Em Perlândia, a terra sagrada dos Vedas, no Vale do Indostão, existiram formidáveis culturas esotéricas e tremendas civilizações. Ali se desenvolveu a segunda sub-raça ária.
“TERCEIRA SUB-RAÇA: criou poderosas civilizações. Babilônia, Caldéia e Egito foram cenário de ricas e poderosas civilizações criadas pela terceira sub-raça.
“QUARTA SUB-RAÇA: desenvolveu-se em Roma, Grécia, Itália e Atenas. A grande cidade fundada pela deusa PALAS ATENA e Roma, antes de sua degeneração e destruição, foram cenários maravilhosos onde se desenvolveram as poderosas civilizações da quarta sub-raça.
“QUINTA SUB-RAÇA: é a anglo-teuto-saxônica. A primeira e a segunda guerras mundiais, com toda sua barbárie e corrupção moral, assinalaram com seus dedos indicadores acusando aos homens e mulheres da quinta sub-raça.
“SEXTA SUB-RAÇA: o resultado da mescla dos conquistadores espanhóis da sexta sub-raça no território pele vermelha foi muito difícil, porque os conquistadores ingleses ao invés de se mesclarem com os indígenas, os destruíram, assassinando-os. Somente de maneira insignificante e incipiente realizou-se tal mescla de sangue. Pôr isso, a FRATERNIDADE OCULTA viu-se na necessidade de converter o território norte-americano num crisol de fundição de raças. Nos Estados Unidos, todas as raças do mundo mesclaram-se para formar a sexta sub-raça, com enorme dificuldade. “A sexta sub-raça, na América Latina, formou-se facilmente e isto é algo que não devem ignorar os tratadistas de Antropologia e de Ocultismo.
“SÉTIMA SUB-RAÇA: Por enquanto ainda não existe, porém existirá. Será formada pelos sobreviventes do novo cataclisma que dentro de pouco tempo destruirá a raça ária. A raça Ariana, ao invés de evoluir, involuiu, e sua corrupção agora é pior do que a dos atlântes em sua época. Sua maldade é tão grande que já chegou ao céu. A raça Ariana será destruída para que se cumpram as profecias feitas por Ra-Mu na submersa Atlântida:”


Fonte: www.acasadoespiritismo.com.br

Nota de Emmanuel em “A Caminho da Luz”:
Entre as considerações acima e as do capítulo precedente, devemos ponderar o interstício de muitos séculos. Aliás, no que se refere à historicidade das raças adâmicas, será justo meditarmos atentamente no problema da fixação dos caracteres raciais. Apresentando o meu pensamento humilde, procurei demonstrar as largas experiências que os operários do Invisível levaram a efeito, sobre os complexos celulares, chegando a dizer da impossibilidade de qualquer cogitação mendelista[8] nessa época da evolução planetária. Aos prepostos de Jesus foi necessária grande soma de tempo, no sentido de fixar o tipo humano. Assim, pois, referindo-nos ao degredo dos emigrantes da Capela, devemos esclarecer que, nessa ocasião, já o primata hominis se encontrava arregimentado em tribos numerosas. Depois de grandes experiências, foi que as migrações do Pamir se espalharam pelo orbe, obedecendo a sagrados roteiros, delineados nas Alturas. Quanto ao fato de se verificar a reencarnação de Espíritos tão avançados em conhecimentos, em corpos de raças primigênias, não deve causar repugnância ao entendimento. Lembremo-nos de que um metal puro, como o ouro, por exemplo, não se modifica pela circunstância de se apresentar em vaso imundo, ou disforme. Toda oportunidade de realização do bem é sagrada. Quanto ao mais, que fazer com o trabalhador desatento que estraçalha no mal todos os instrumentos perfeitos que lhe são confiados? Seu direito, aos aparelhos mais preciosos, sofrerá solução de continuidade. A educação generosa e justa ordenará a localização de seus esforços em maquinaria imperfeita, até que saiba valorizar as preciosidades em mão. A todo tempo, a máquina deve estar de acordo com as disposições do operário, para que o dever cumprido seja caminho aberto a direitos novos. Entre as raças negra e amarela, bem como entre os grandes agrupamentos primitivos da Lemúria, da Atlântida e de outras regiões que ficaram imprecisas no acervo de conhecimentos dos povos, os exilados da Capela trabalharam proficuamente, adquirindo a provisão de amor para suas consciências ressequidas. Como vemos, não houve retrocesso, mas providência justa de administração, segundo os méritos de cada qual, no terreno do trabalho e do sofrimento para a redenção.”


Steiner, Rudolf. A Cronica do Akasha. http://www.sabedoriadivina.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Steiner-Rudolf-Cronica-do-Akasha-PT.pdf
Blavatsky, Helena. A Doutrina Secreta.Volume III, Antropogenese. 10ª Ed. Editora Pensamento, São Paulo, 2011.
Berlitz, Charles. Atlantida, o Oitavo Continente. Circulo do Livro, São Paulo, 1984.
Atlantida. Revista Thot, nₒ 2, novembro/dezembro, 1975. Associacao O.I.N.A do Brasil
Kardec, Allan. A Gênese. Tradução de Victor Tollendal Pacheco e apresentação e notas de J. Herculano Pires. 23 ed. São Paulo, Lake, 2010.
Xavier, Francisco Candido. A caminho da luz. Pelo Espírito Emmanuel. 38 ed, Brasília: FEB, 2016.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arianos. Pesquisa feita em maio/2017.
https://seuhistory.com/noticias/conheca-6-principais-teorias-sobre-atlantida-cidade-perdida. Pesquisa feita em Junho/2017
Feraudy, Roger. Religiao e Cosmo. Ed. Thesaurus, Brasilia, 1995.
http://www.vivendasantanna.com.br/artigos/forum2/47-evolucao-da-humanidade. Pesquisa feita em Junho/2017
https://pt.wikibooks.org/wiki/Civilizacoes_da_Antiguidade/Cartago. Pesquisa feita em Agosto/2017.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Judeus. Pesquisa feita em Agosto/2017.
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Suméria. Pesquisa feita em Agosto/2017
https://pt.wikipedia.org/wiki/Estreito_de_Gibraltar. Pesquisa feita em Agosto/2017
http://www.infoescola.com/hidrografia/estreito-de-gibraltar/. Pesquisa feita em Agosto/2017

Atualização em 21/10/2018



[1] O estreito de Gibraltar é uma separação natural entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, e entre dois continentes - Europa e África. Ao norte, encontram-se a Espanha e o território britânico ultramarino de Gibraltar; ao sul, Marrocos e Ceuta, enclave espanhol no norte de África. (Wikipedia) O estreito era conhecido na antiguidade como "Os Pilares de Hércules". Segundo a mitologia gregaHércules para concluir um de seus trabalhos, necessitava transpor um estreito marítimo. Logo, resolveu abrir um caminho com seus ombros, conectando o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. Dividiu-se então dois grandes rochedos, um denominado Gibraltar (monte Calpe) e o outro monte Hacho (Abília). Mais tarde estes montes foram chamados de "Colunas de Hércules" ou "Pilares de Hércules". Atualmente é conhecido como estreito de Gibraltar, nome em homenagem ao general Tariq ibn Ziyad (Tárique). O general atravessou o estreito, conduzindo a primeira incursão mulçumana até a Penísula Ibérica. (Infoescola)

[2] Um judeu (em hebraico: יְהוּדִי, transl. Yehudi, no singular; יְהוּדִים, Yehudim, no plural; ladino: ג׳ודיו, Djudio, sing.; ג׳ודיוס, Djudios, pl.; iídiche: ייִד, Yid, sing.; ייִדן, Yidn, pl.) é um membro do grupo étnico e religioso originado nas Tribos de Israel ou hebreus do Antigo Oriente. (Wikipedia)
[3] O Império Etíope, também conhecido como Abissínia, foi um império que ocupou os presentes territórios da Etiópia e da Eritreia, existindo de aproximadamente 1270 (início da Dinastia Salomónica) até 1974, quando a monarquia foi deposta por um golpe de estado. Foi na sua época o mais antigo estado do mundo, e o único a resistir com sucesso à Partilha de África pelas potências coloniais do século XIX. (Wikipedia)
[4] Cária (do luvita "Karuwa" - "terra íngreme"; em grego antigo: Καρία - Karia) era o nome de uma região no oeste da antiga Ásia Menor (Anatólia) que se estendia ao longo da costa da Jônia, de Mícale (Mykale) para o sul até a Lícia e para o leste até a Frígia. Os gregos jônios e dórios colonizaram a porção ocidental da Cária e se juntaram à população nativa para formar estados de matiz grega na região. Os epônimos habitantes nativos da região eram conhecidos como "cários" e Heródoto os descreve como sendo de ascendência minoica. Eles falavam uma língua do grupo anatólico conhecida como cário, que não necessariamente reflete uma origem geográfica, pois os anatólios podem um dia terem estado dispersos. Muito próximos dos cários eram os léleges, um termo que pode ser um nome antigo para os cários ou um para um povo que os precedeu na região e continuou a existir como parte da sociedade cária, supostamente com um status menor. (Wikipedia)
[5] O povo Kabyle (Kabyle: Iqvayliyen) é um grupo étnico berbere nativo da Kabylia, no norte da Argélia, a cem milhas a leste de Argel. Eles representam a maior população de língua berbere da Argélia e a segunda maior na África.
A emigração, influenciada por fatores como a conquista francesa da Argélia, a deportação e o declínio industrial e o desemprego, resultou em kabyles que vivem em vários países. Grandes populações de habitantes da Kabyle se estabeleceram na França e, em menor medida, no Canadá.
Os kabylianos falam a língua kabyle berbere. Desde a Primavera berberesa de 1980, eles estiveram na vanguarda da luta pelo reconhecimento oficial das línguas berbere na Argélia.
[6] Os fenícios eram um povo de origem semita que provavelmente vinham do Golfo Pérsico ou da Caldéia. Acredita-se que tenham chegado as terras que hoje formam o Líbano por volta de 4000 a.C.
[7] A Suméria (na BíbliaSinar; do acádio Šumeru; em sumérioki-en-ĝir, algo como "terra de reis civilizados" ou "terra nativa") foi uma antiga civilização e o nome dado à região histórica habitada por essa civilização, no sul da Mesopotâmia, atual sul do Iraque e Kuwait, durante a Idade do Cobre (ou Calcolítico) e a Idade do Bronze inicial. (Wikipedia)
[8] A genética mendeliana, herança mendeliana ou mendelismo é um conjunto de princípios relacionados à transmissão hereditária das características de um organismo a seus filhos. Forma a base principal da genética clássica. Originou-se dos trabalhos de Gregor Mendel publicados em 1865 e 1866, os quais foram considerados controversos inicialmente, e redescobertos em 1900. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica_mendeliana)

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